segunda-feira, 29 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
A vida feliz
A vida é o nosso bem mais precioso, é tão forte; sendo capaz de mudar o mundo....Mas ao mesmo tempo é tão frágil; capaz de terminar num segundo...Todos os momentos em nossas vidas são mágicos e cabe a cada um de nós, deixá-los mais marcantes....Seja feliz e faça alguém feliz também!! Estamos todos em busca de: amor, amizade, paz, esperança, afeto, sonhos, etc....Não importa, o que vale mesmo é sermos FELIZES....
sábado, 27 de março de 2010
Palestra

A ADIJT recebeu neste sábado(27/03)a visita da instrutora em diabetes Larissa Jacomossi.
Por mais de uma hora Larissa explicou e tirou as dúvidas sobre vários itens:
*Insulina, sua aplicação e conservação;
*Seringas,canetas e agulhas,como usá-las;
*Locais de aplicação, quantos e quais são;
Ao final Larissa colou-se a disposição da Associação disponibilizando seus contatos.
Email: larissa.jacomossi@manpowerbrasil.com.br
Fone: 48-8847-9363
Viver bem com diabetes.
Dá para viver bem com diabetes, desde que não esqueçamos de que temos uma condição especial, sim, e que precisamos sempre estar atentos. Este blog. será um dos muitos meios de comunicação que existem,aonde eu,você e outras tantas pessoas poderemos registrar nossas experiências.
Um ótimo dia, cheio de boas escolhas!
Um ótimo dia, cheio de boas escolhas!
terça-feira, 23 de março de 2010
Origem da insulina
Em 14 de novembro de 1891, nasceu, no Canadá, o cientista Frederick Banting. Juntamente com Charles Best, ele desenvolveu um intenso trabalho que levou à descoberta da insulina, em 1921. A data foi introduzida em 1991 pela IDF (Federação Internacional do Diabetes) e pela OMS (Organização Mundial de Saúde), com o objetivo de deter o avanço do diabetes no mundo. Em 2006, a ONU (Organização das Nações Unidas) reconheceu oficialmente a data através de resolução. Desde 2007, o dia 14 de Novembro constitui uma data comemorativa de saúde da ONU.
http://www.idf.org/
Simbolo Universal do Diabetes
O círculo azul é o simbolo universal da diabetes. A finalidade do simbolo do diabetes mellitus é dar uma identidade comum.
O ícone foi desenvolvido originalmente em 2006 para a campanha por uma resolução das Nações Unidas, sobre a diabetes.
A campanha foi uma resposta a pandemia da diabetes que esta definido para sobrecarrega os recursos de saúde em todos os lugares.
As Nações Unidas aprovou a resolução 61/255 Dia Mundial do Diabetes em 20/12/2006.
Por que um Círculo?
A borda azul do círculo reflete a cor do céu e da bandeira das
Nações Unidas. As Nações Unidas são por si só um simbolo de
unidade entre as nações e é a única organização que pode sina-
lizar para os governos em todos os lugares que já é tempo para
combater o diabetes e a inverter as tendências globais que impe-
dem, o desenvolvimento econômico e causa tanto sofrimento e
morte prematura.
Utilização do Símbolo
A Federação Internacional do Diabetes (IDF), detém todos os direitos sobre o simbolo do círculo azul do diabetes
http://www.idf.org/
Simbolo Universal do Diabetes
O círculo azul é o simbolo universal da diabetes. A finalidade do simbolo do diabetes mellitus é dar uma identidade comum.
O ícone foi desenvolvido originalmente em 2006 para a campanha por uma resolução das Nações Unidas, sobre a diabetes.
A campanha foi uma resposta a pandemia da diabetes que esta definido para sobrecarrega os recursos de saúde em todos os lugares.
As Nações Unidas aprovou a resolução 61/255 Dia Mundial do Diabetes em 20/12/2006.
Por que um Círculo?
A borda azul do círculo reflete a cor do céu e da bandeira das
Nações Unidas. As Nações Unidas são por si só um simbolo de
unidade entre as nações e é a única organização que pode sina-
lizar para os governos em todos os lugares que já é tempo para
combater o diabetes e a inverter as tendências globais que impe-
dem, o desenvolvimento econômico e causa tanto sofrimento e
morte prematura.
Utilização do Símbolo
A Federação Internacional do Diabetes (IDF), detém todos os direitos sobre o simbolo do círculo azul do diabetes
sábado, 20 de março de 2010
Notícia
Poder público deve pagar despesas de saúde, afirma STF
Ministros decidem que brasileiros têm amplos direitos à saúde, independentemente da condição financeira
17 de março de 2010 20h MARIÂNGELA GALLUCCI - Agencia Estado
O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira, 17, que os cidadãos brasileiros têm amplos direitos à saúde, independentemente de terem condições de financiar medicamentos, tratamentos, exames de diagnósticos e até períodos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
De acordo com a decisão unânime do STF, quando o acesso aos remédios e tratamentos é negado, é legítimo que pacientes entrem com ações na Justiça pedindo que o poder público arque com os custos de tratamentos, inclusive os caros, como de câncer e doenças neurodegenerativas.
Na sessão desta quarta-feira, os ministros do Supremo confirmaram a validade de nove decisões do presidente da Corte, Gilmar Mendes, que recusaram pedidos de governos municipais, Estados e da União para que fossem desobrigados de pagar remédios, tratamentos e serviços de diagnósticos.
O STF julgou os casos dez meses após o tribunal ter promovido uma audiência pública para discutir a saúde no Brasil. Na ocasião, 49 especialistas discutiram temas como realização de cirurgias e tratamentos médicos no exterior, fornecimento de remédios, suplementos alimentares e próteses e criação de vagas em UTIs.
As ações analisadas pelo tribunal foram protocoladas na Justiça por pacientes portadores de doenças neurodegenerativas, leucemia, Alzheimer, diabetes tipo 1 e problemas cardíacos. Em todos os casos, foi determinado que o poder público arcasse com os custos dos tratamentos.
Em relação à paciente com leucemia linfocítica crônica, o tratamento quimioterápico consumiria R$ 162.707,16. Em uma outra ação analisada pelo tribunal, foi determinado ao Estado de Pernambuco que ajudasse o município de Petrolina a melhorar as condições de um hospital municipal.
Frequentemente o Judiciário é criticado quando determina que governos paguem os custos de tratamentos, medicamentos e construção de UTIs. Nesta quarta-feira, os ministros reafirmaram que os cidadãos têm direito amplo à saúde.
Normalmente, as ações são propostas pelos pacientes contra os municípios, unidades da federação onde estão as autoridades mais próximas aos doentes. Mas como o Sistema Único de Saúde (SUS) é integrado, há um entendimento corrente no Judiciário segundo o qual a responsabilidade deve ser solidária dos governos federal, estaduais e municipais.
Ministros decidem que brasileiros têm amplos direitos à saúde, independentemente da condição financeira
17 de março de 2010 20h MARIÂNGELA GALLUCCI - Agencia Estado
O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira, 17, que os cidadãos brasileiros têm amplos direitos à saúde, independentemente de terem condições de financiar medicamentos, tratamentos, exames de diagnósticos e até períodos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
De acordo com a decisão unânime do STF, quando o acesso aos remédios e tratamentos é negado, é legítimo que pacientes entrem com ações na Justiça pedindo que o poder público arque com os custos de tratamentos, inclusive os caros, como de câncer e doenças neurodegenerativas.
Na sessão desta quarta-feira, os ministros do Supremo confirmaram a validade de nove decisões do presidente da Corte, Gilmar Mendes, que recusaram pedidos de governos municipais, Estados e da União para que fossem desobrigados de pagar remédios, tratamentos e serviços de diagnósticos.
O STF julgou os casos dez meses após o tribunal ter promovido uma audiência pública para discutir a saúde no Brasil. Na ocasião, 49 especialistas discutiram temas como realização de cirurgias e tratamentos médicos no exterior, fornecimento de remédios, suplementos alimentares e próteses e criação de vagas em UTIs.
As ações analisadas pelo tribunal foram protocoladas na Justiça por pacientes portadores de doenças neurodegenerativas, leucemia, Alzheimer, diabetes tipo 1 e problemas cardíacos. Em todos os casos, foi determinado que o poder público arcasse com os custos dos tratamentos.
Em relação à paciente com leucemia linfocítica crônica, o tratamento quimioterápico consumiria R$ 162.707,16. Em uma outra ação analisada pelo tribunal, foi determinado ao Estado de Pernambuco que ajudasse o município de Petrolina a melhorar as condições de um hospital municipal.
Frequentemente o Judiciário é criticado quando determina que governos paguem os custos de tratamentos, medicamentos e construção de UTIs. Nesta quarta-feira, os ministros reafirmaram que os cidadãos têm direito amplo à saúde.
Normalmente, as ações são propostas pelos pacientes contra os municípios, unidades da federação onde estão as autoridades mais próximas aos doentes. Mas como o Sistema Único de Saúde (SUS) é integrado, há um entendimento corrente no Judiciário segundo o qual a responsabilidade deve ser solidária dos governos federal, estaduais e municipais.
De a volta por cima
Se vocâ esta triste, se alguma coisa o preocupa, se a saudade o machuca, não desanime.
Faça como um riacho quando encontra uma pedra em seu caminho:
Ele para, pensa e salta o obstáculo.
Faça como um riacho quando encontra uma pedra em seu caminho:
Ele para, pensa e salta o obstáculo.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Vacine-se contra a gripe H1N1
De 22 de março a 2 de abril estará disponível a vacina contra a gripe H1N1 nos postos de saúde para portadores de doenças crônicas, como o diabetes.
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